Dez anos de tradução, formação e prática coletiva — da descoberta da Comunicação Não Violenta por Bruno Goulart de Oliveira à rede que hoje reúne milhares de cadastros, seis livros publicados e parcerias com escolas, universidades e organizações da sociedade civil em todo o Brasil.

O que foi

2016–2018 — Origem

  • 2016 — Bruno conhece a CNV a partir do treinamento de Marshall Rosenberg no YouTube.
  • 2017–2018 — tradução completa do treinamento de 9 horas (incluindo músicas) para o português; publicação no canal youtube.com/brunogoulartdeoliveira.
  • 01/03/2018 — início formal do projeto CNV em Rede; 01/04/2018 — criação dos três grupos WhatsApp que sustentam a comunidade até hoje.
  • 27/03/2018 — Instagram @cnvemrede; palestra sobre empatia na AJURIS (Porto Alegre/RS, nov/2018).

2019–2020 — Primeiros cursos e pandemia

2021 — Formalização da ORS

  • 03/08/2021 — abertura do CNPJ da Organização em Rede Social (ORS).
  • CNV para Viver — curso flagship com encontros ao vivo mensais desde abril/2021.
  • CNV em Rodas — landing da formação de facilitadores (dez/2021); primeiros livros da biblioteca.

2022–2024 — Materiais e parcerias

2025–2026 — Expansão institucional

Por que importa

A trajetória mostra uma rede que cresceu de tradução voluntária e comunidade WhatsApp para OSC formalizada, com produção editorial própria e presença em escolas públicas, saúde e universidades — sempre com foco em formação aberta e prática coletiva de CNV.

Para a ORS, documenta a linha do tempo do principal projeto da organização e liga cada período aos relatos detalhados no site.

Presença hoje (jul/2026)

Indicador Valor
Cadastros em cnv.emrede.social 5.158
Instagram @cnvemrede 13.519 seguidores
Facebook CNVemRede 1,6 mil seguidores
Telegram CNV em Rede 1.222 membros
Telegram CNV para Viver 149 membros
Biblioteca pública 6 livros · 2 jogos · 3 músicas · 10 poemas
Grupos WhatsApp genéricos 3 (Mural, Rede de Apoio, Chat Livre)

Contas no site, seguidores em redes e membros de Telegram são canais distintos — não devem ser somados como se fossem pessoas únicas.

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